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com Adailton Amorim

Informativo 89

Número de trabalhadores ocupados cai 12,3% no 2º trimestre no RN

O número de pessoas ocupadas no Rio Grande do Norte caiu 12,3% no segundo trimestre de 2020 (abril a junho), segundo dados do IBGE divulgados nesta sexta-feira (28). O percentual significa cerca de 161 mil pessoas perderam suas fontes de renda. Apesar disso, segundo o instituto, menos pessoas fizeram busca efetiva por trabalho, portanto não podem ser consideradas desocupadas.

Por isso, a taxa de desempregados se manteve estável no período, em 15%, enquanto subiu em pelo menos outros 11 estados. Para o instituto, é provável que essas pessoas que perderam seu trabalho tenham ido para fora da força de trabalho. Esse grupo é o de pessoas em idade de trabalho, mas que não trabalharam, não procuraram trabalho, ou estavam indisponíveis temporariamente para uma nova ocupação.

Pela primeira vez, desde o início da realização da Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílio em 2012, o IBGE registrou que o número de pessoas fora da “força de trabalho” ultrapassou o número de pessoas ocupadas ou que estavam em busca de trabalho, no estado.

Isso significa que 1,5 milhão de pessoas com 14 anos ou mais não trabalharam, não procuraram trabalho, ou estavam indisponíveis temporariamente. O número representa 53% das pessoas em idade de trabalhar – acima dos 14 anos – no Rio Grande do Norte.

No grupo de pessoas fora da força de trabalho, o subgrupo da força de trabalho potencial, ou seja, que poderia estar trabalhando ou em busca de trabalho, teve um crescimento estimado de 54% no segundo trimestre de 2020 em relação ao primeiro. Eram 240 mil pessoas, de janeiro a março, e chegou a 372 mil pessoas no trimestre seguinte.

“Durante o segundo trimestre de 2020, apesar da estabilidade na taxa de desocupação, houve crescimento recorde das pessoas fora da força de trabalho. Isso é um sinal de que as pessoas que perderam o emprego no contexto da pandemia podem ter decidido por não procurar trabalho por diversas razões, como acreditar que não valia a pena buscar trabalho por falta de oferta ou evitar risco à saúde”, afirma Flávio Queiroz, Supervisor de Disseminação de Informações do IBGE.

No trimestre, o estado registrou 1.142.000 de pessoas ocupadas e 202.000 desocupadas em busca de trabalho (-35% na comparação com o trimestre anterior). Do total de ocupados, 40,2% são trabalhadores informais. Por outro lado, as pessoas fora da força de trabalho passaram de 1.296.000 para 1.557.000 – crescimento de 20,2%.

  • 29 - ago/2020
  • Número de trabalhadores ocupados cai 12,3% no 2º trimestre no RN

    O número de pessoas ocupadas no Rio Grande do Norte caiu 12,3% no segundo trimestre de 2020 (abril a junho), segundo dados do IBGE divulgados nesta sexta-feira (28). O percentual significa cerca de 161 mil pessoas perderam suas fontes de renda. Apesar disso, segundo o instituto, menos pessoas fizeram busca efetiva por trabalho, portanto não podem ser consideradas desocupadas.

    Por isso, a taxa de desempregados se manteve estável no período, em 15%, enquanto subiu em pelo menos outros 11 estados. Para o instituto, é provável que essas pessoas que perderam seu trabalho tenham ido para fora da força de trabalho. Esse grupo é o de pessoas em idade de trabalho, mas que não trabalharam, não procuraram trabalho, ou estavam indisponíveis temporariamente para uma nova ocupação.

    Pela primeira vez, desde o início da realização da Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílio em 2012, o IBGE registrou que o número de pessoas fora da “força de trabalho” ultrapassou o número de pessoas ocupadas ou que estavam em busca de trabalho, no estado.

    Isso significa que 1,5 milhão de pessoas com 14 anos ou mais não trabalharam, não procuraram trabalho, ou estavam indisponíveis temporariamente. O número representa 53% das pessoas em idade de trabalhar – acima dos 14 anos – no Rio Grande do Norte.

    No grupo de pessoas fora da força de trabalho, o subgrupo da força de trabalho potencial, ou seja, que poderia estar trabalhando ou em busca de trabalho, teve um crescimento estimado de 54% no segundo trimestre de 2020 em relação ao primeiro. Eram 240 mil pessoas, de janeiro a março, e chegou a 372 mil pessoas no trimestre seguinte.

    “Durante o segundo trimestre de 2020, apesar da estabilidade na taxa de desocupação, houve crescimento recorde das pessoas fora da força de trabalho. Isso é um sinal de que as pessoas que perderam o emprego no contexto da pandemia podem ter decidido por não procurar trabalho por diversas razões, como acreditar que não valia a pena buscar trabalho por falta de oferta ou evitar risco à saúde”, afirma Flávio Queiroz, Supervisor de Disseminação de Informações do IBGE.

    No trimestre, o estado registrou 1.142.000 de pessoas ocupadas e 202.000 desocupadas em busca de trabalho (-35% na comparação com o trimestre anterior). Do total de ocupados, 40,2% são trabalhadores informais. Por outro lado, as pessoas fora da força de trabalho passaram de 1.296.000 para 1.557.000 – crescimento de 20,2%.

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