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RN tem chuvas 12,5% abaixo da média histórica em maio

A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte divulgou nesta quarta-feira (12) a análise das chuvas ocorridas ao longo do mês de maio. Segundo a Gerência de Meteorologia da Emparn, maio apresentou um melhor comportamento quando comparado com o mesmo mês dos últimos anos. Porém, mesmo assim, o cenário apresenta um desvio negativo de 12,5% abaixo da média histórica.

Já para o mês de junho, a previsão é que se inicie o período de estiagem no interior do estado, principalmente para as regiões Oeste e Central.

No estado como um todo, eram esperados valores acumulados próximos de 108,7 milímetros, e a chuva observada ficou em 95,2 mm, resultando no desvio percentual negativo de 12,5%.

“A intensificação do fenômeno El Niño (Oceano Pacífico), ocorrida durante o final de março e início de abril, causou bloqueios atmosféricos parciais sobre a região Nordeste e que prejudicaram a ocorrência de chuvas de maneira normal”, destacou o meteorologista Gilmar Bristot.

Ainda segundo Bristot, os maiores índices acumulados em maio ocorreram no litoral Leste, enquanto que a região Oeste apresentou os maiores desvios negativos (-24,8%).

A média climatológica utilizada no levantamento refere-se aos Postos Pluviométricos com mais de 30 anos de dados no período de 1963 a 2007.

  • 12 - jun/2019
  • RN tem chuvas 12,5% abaixo da média histórica em maio

    A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte divulgou nesta quarta-feira (12) a análise das chuvas ocorridas ao longo do mês de maio. Segundo a Gerência de Meteorologia da Emparn, maio apresentou um melhor comportamento quando comparado com o mesmo mês dos últimos anos. Porém, mesmo assim, o cenário apresenta um desvio negativo de 12,5% abaixo da média histórica.

    Já para o mês de junho, a previsão é que se inicie o período de estiagem no interior do estado, principalmente para as regiões Oeste e Central.

    No estado como um todo, eram esperados valores acumulados próximos de 108,7 milímetros, e a chuva observada ficou em 95,2 mm, resultando no desvio percentual negativo de 12,5%.

    “A intensificação do fenômeno El Niño (Oceano Pacífico), ocorrida durante o final de março e início de abril, causou bloqueios atmosféricos parciais sobre a região Nordeste e que prejudicaram a ocorrência de chuvas de maneira normal”, destacou o meteorologista Gilmar Bristot.

    Ainda segundo Bristot, os maiores índices acumulados em maio ocorreram no litoral Leste, enquanto que a região Oeste apresentou os maiores desvios negativos (-24,8%).

    A média climatológica utilizada no levantamento refere-se aos Postos Pluviométricos com mais de 30 anos de dados no período de 1963 a 2007.

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